sexta-feira, 21 de outubro de 2011

sem choro, nem vela.

Essa semana tive uns insights. Tive pequenos pensamentos, pequenas noções da real vida. Foi num dia comum (como sempre), ao sair do trabalho, de volta pra casa. Percebi o quanto (nós) perdemos tempo nutrindo teorias a respeito dos defeitos alheios. Sim! Te-o-ri-as. Mal-da-des idem. Ideias se desenvolvem em fração de segundos, e pronto - temos o diagnóstico em mãos. No papel redigido a próprio punho, tecemos a sentença. Viramos ju-í-zes!

Já se olhou no espelho realmente? Melhor dizendo: Já se olhou por dentro? Já fez uma tomografia computadorizada desse teu corpo, desse teu ego, desse teu âmago?
Vai ficar aí parado criando diagnósticos medíocres a respeito dos outros, enquanto o leme do teu barco fica estregue às moscas? Olha nos teus olhos meu amigo!

Quando erramos, inventamos mil e uma justificativas, criamos mais teorias medíocres, afundamo-nos em nós mesmos. Somos fofinhos demais. Tadinhos de nós!
Ando parando de justificar erros, encerrando a carreira de pobre coitado. Parando de dar desculpas pobres,esfarrapadas, inadequadas, vazias.


"Deixo o espaço em branco". Os 'juízes' que escrevam o que quiser.




"Fulano, que mora na rua tal, portador do RG tal, tem quatro colheres de loucura, uma pitada de mau caratismo, e gotas de lágrima de crocodilo."

Por: Karen Vallerie/Vallory

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