Essa semana tive uns insights. Tive pequenos pensamentos, pequenas noções da real vida. Foi num dia comum (como sempre), ao sair do trabalho, de volta pra casa. Percebi o quanto (nós) perdemos tempo nutrindo teorias a respeito dos defeitos alheios. Sim! Te-o-ri-as. Mal-da-des idem. Ideias se desenvolvem em fração de segundos, e pronto - temos o diagnóstico em mãos. No papel redigido a próprio punho, tecemos a sentença. Viramos ju-í-zes!
Já se olhou no espelho realmente? Melhor dizendo: Já se olhou por dentro? Já fez uma tomografia computadorizada desse teu corpo, desse teu ego, desse teu âmago?
Vai ficar aí parado criando diagnósticos medíocres a respeito dos outros, enquanto o leme do teu barco fica estregue às moscas? Olha nos teus olhos meu amigo!
Quando erramos, inventamos mil e uma justificativas, criamos mais teorias medíocres, afundamo-nos em nós mesmos. Somos fofinhos demais. Tadinhos de nós!
Ando parando de justificar erros, encerrando a carreira de pobre coitado. Parando de dar desculpas pobres,esfarrapadas, inadequadas, vazias.
"Deixo o espaço em branco". Os 'juízes' que escrevam o que quiser.
"Fulano, que mora na rua tal, portador do RG tal, tem quatro colheres de loucura, uma pitada de mau caratismo, e gotas de lágrima de crocodilo."
Por: Karen Vallerie/Vallory
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