domingo, 23 de outubro de 2011

Se eu brincasse de esconder às margens do oceano. Se eu brincasse de esconde-esconde na parte mais profunda do oceano. Eu ali. Brincando de me esconder. Mas me esconder de quê? Vejo que não estou à mercê. Mergulhado no útero do oceano. Mais uma vez embrião. A respirar por guelras. Ardendo em guerra. Ardendo em ser. E não ser.


Por: Karen Vallerie/ Vallory

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